E se tratássemos a vida como uma personagem?
Como a faríamos?
Cruel como as cobras?
Ou antes..
Bondosa como as fadas?
Eu cá não sei,
mas o mais provável
Era mandá-la à merda.
Fosse que fosse a personagem que encarnaria.
Como é que algo,
Tão abstrato,
Tão enraizado na mente dos homens
Pode fazer tanto mal
(E por vezes tanto bem
Se bem que nunca damos por ele)
A uma pessoa?
Não a percebo,
E ninguém a percebe.
E é assim que deve continuar
Pois o mal dos homens,
E querer sempre saber tudo
Mas é esse mal
Que lhes lixa as vidas
É que os mata.
Mata,
De forma dolorosa
Penosa
Prolongada
Desapropriada.
domingo, 23 de agosto de 2009
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