Que título tão grande e farto e cheio de coisas não?
Sim, têm razão. Mas tem um propósito.
Propósito este que não é mais do que..
Não me esquecer,
Tipo logótipo do dia de hoje.
Mais propriamente,
Dum acontecimento de hoje.
E eis-lo:
Contexto:
Teatro, palco principal.
Exercício de expressão corporal que consistia em
Pensarmos em algo pessoal:
memórias, acontecimentos, etc
Pensarmos numa pessoa que nos dissesse algo
E expressarmos isso,
Sem muita mímica,
Mais por movimentos,
Todo o tipo de movimentos!
Pensei nela (incógnita por agora, mas já previamente referida neste blog)
E pensei em algo que queria que acontecesse.
Eu sentia-me sozinho.
Deambulava pelas ruas,
Por sítios,
Sozinho.
Até que me sentei.
Cabeça enfiada nos joelhos
E absorto de mim.
Toquei-me pois era o toque dela que queria
Não o meu, pois esse eu já conheço,
(bem demais!..)
Então, quando já estava a urgir de desespero,
Senti outros choques electro-emocionais,
Vindos de outro toque,
De outra mão!
Era a mão dela,
Daquele raio de sol,
Aquele anjo viandante, caminhante..
Levantei a cabeça,
A custo de mil toneladas de esperança
E iluminou-se em mim algo único até à data:
Um sorriso.
Vi pela primeira vez o meu amor!
À minha frente!
À frente dos meus olhos
Que continuavam a não querem acreditar
(e quem dizia os olhos dizia o resto do corpo todo!)
Mas lá estava ela!
E a convidar-me com a sua mão para a acompanhar.
Assim o fiz.
Peguei na mão dela
E assim ela me conduziu
Não por vales ou caminhos
Riachos ou paisagens.
Levou-me por mim
E por ela.
E pelos meus relacionados
E os relacionados dela.
E assim chegámos.
Onde?
Não sei,
Não me interessava.
(no amor nunca interessa o sítio pois não?)
E sentou-me.
(sim, ela sentou-me! tal era ainda o meu estado sonhador!)
Ficámos a olhar um para o outro.
Como.. como nunca tínhamos assim olhado.
E aí ela senta-se ao meu lado.
Cada milímetro
E cada segundo
Do movimento dela.
O meu Eu todo seguiu.
Fascinado
Atordoado.
Esbocei um sorriso e meio.
E ela assim me retribuiu.
No auge de tudo,
Encostei meus cabelos (enriçados de dias de longa espera)
(Espera de desespero, e esperança!, sempre!)
E assim fiquei,
A derreter-me de emoções.
Mas,
Como tudo o que é bom acaba depressa.
Assim se fez.
E.. Puff.
Desapareceu..
Meu corpo,
De tal desamparo,
Caiu,
No chão
(sim, naquela altura tornou-se chão, chão frio e duro.)
Tal caída,
Fez-me estremecer o coração,
O cérebro,
Todo o meu corpo.
E logo nesse momento,
O meu Eu lançou duas mensagens ao ar:
A primeira foi:
"Ela foi-se."
A segunda (e último acto ainda vivo) foi:
"Por favor, volta"
E foi isto. Fim
(Burda)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Contrastes
Não há preto nem branco.
Há cinzento.
E começou assim um pensamento.
Tal como veio,
Tal como foi.
Mas e o tempo que ficou?
E quantas me apareceu ele à frente?
Ui, a bela da incógnita!
Outra:
Mãos frias coração quente.
Hm, boa, muito boa..
(eis a minha refutação)
Sabiam que os espermatozoides sao "frabricado" a uma temperatura inferior do que a do resto do corpo?
Analizando, a base é a mesma,
A diferença é que um é ditado popular,
O outro
Bem o outro..
É estupidez jovial.
Há cinzento.
E começou assim um pensamento.
Tal como veio,
Tal como foi.
Mas e o tempo que ficou?
E quantas me apareceu ele à frente?
Ui, a bela da incógnita!
Outra:
Mãos frias coração quente.
Hm, boa, muito boa..
(eis a minha refutação)
Sabiam que os espermatozoides sao "frabricado" a uma temperatura inferior do que a do resto do corpo?
Analizando, a base é a mesma,
A diferença é que um é ditado popular,
O outro
Bem o outro..
É estupidez jovial.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Conta-me (continuação/conclusões)
Pois sim,
Acabei por dizer tudo..
Amo corpos,
A nudez,
Mas não gosto da minha
Mas a dos outros,
É como que me excita!
Mas não falo de sexo!
Nada físico
É tudo superior!
Não gosto de falar disto,
Sinto-me perverso..
Mas será que amar este tipo de coisas me faz perverso?
Poderá haver uma espécie de..
"Perversidade Artística"?
Se sim, serviria-me de desculpa.
Mas não sei.
São estas e outras duvidas,
Que me assolam.
Acabei por dizer tudo..
Amo corpos,
A nudez,
Mas não gosto da minha
Mas a dos outros,
É como que me excita!
Mas não falo de sexo!
Nada físico
É tudo superior!
Não gosto de falar disto,
Sinto-me perverso..
Mas será que amar este tipo de coisas me faz perverso?
Poderá haver uma espécie de..
"Perversidade Artística"?
Se sim, serviria-me de desculpa.
Mas não sei.
São estas e outras duvidas,
Que me assolam.
Conta-me
Conta-me Miguel,
Conta-me...
Não posso.
Ora, não insistas por favor.
Seria algo pessoal, meu
De mim, para a pessoa!..
E seria surreal!
Seria luzes apagadas
E ambientes de disturbios e caos!
Caos de seios e pincéis,
Nada de perversidade.
Tudo arte,
Tudo amor,
Tudo explosão!
Sim, explosão!
Que me exploda a cabeça!
Mas que me deixem continuar a desenhar!
A desejar!
Que me exploda a imaginação!
E nessa explosão,
Hipnotize todos,
Que faça com que me reconstrua.
É algo superior,
A mim
A ti
Ao meu pincel
Ao teu corpo
Ao nosso nós
Físico
E psicológico
Conta-me...
Não posso.
Ora, não insistas por favor.
Seria algo pessoal, meu
De mim, para a pessoa!..
E seria surreal!
Seria luzes apagadas
E ambientes de disturbios e caos!
Caos de seios e pincéis,
Nada de perversidade.
Tudo arte,
Tudo amor,
Tudo explosão!
Sim, explosão!
Que me exploda a cabeça!
Mas que me deixem continuar a desenhar!
A desejar!
Que me exploda a imaginação!
E nessa explosão,
Hipnotize todos,
Que faça com que me reconstrua.
É algo superior,
A mim
A ti
Ao meu pincel
Ao teu corpo
Ao nosso nós
Físico
E psicológico
Subscrever:
Mensagens (Atom)