Esperançoso de que...
num impétuo grito de solidão,
minhas palavras se transformem
num turbilhão.
de folhas, de amor, de verde.
e que a natureza viesse a mim
como eu já foi a ela.
mas desta vez,
não lhe pedia paz,
não lhe pedia saciamento
não lhe pedia sorte.
pedia uma flor.
uma não, a flor.
e não uma flor qualquer!
eu pedia a mulher flor
com o seu cheiro,
o seu amor,
o seu eu.
terça-feira, 1 de julho de 2008
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